Esse é o nosso trabalho: olhar a linha de custo que sobe sozinha todo ano, que ninguém revisa, e que quase nunca aparece na conversa sobre o caixa da sua empresa.
O plano de saúde é a única despesa fixa relevante de uma empresa pequena que aumenta sozinha, uma vez por ano, sem fatura para questionar e sem momento de negociação. O reajuste chega pronto, a operadora repassa, e o custo compõe.
Na média do mercado de São Paulo, os planos empresariais acumularam cerca de 67% de reajuste nos últimos três períodos fechados. Poucos empresários conseguem repassar isso aos próprios preços no mesmo ritmo. A diferença sai do caixa, mês após mês, sem que ninguém perceba.
Analisamos o contrato que já existe: reajuste real aplicado pela sua operadora, evolução do custo e o que você paga hoje em relação ao que pagava no início.
Comparamos com o mercado mantendo rede e cobertura equivalentes. Às vezes a conclusão é permanecer onde está — e nós dizemos isso.
Implantação, conferência mensal da fatura, movimentações e revisão anual do contrato. O trabalho não termina na contratação.
São quinze anos atendendo plano de saúde empresarial em São Paulo. Hoje o nosso foco é o dentista dono de consultório — um perfil de empresa em que o plano pesa muito no custo fixo e quase nunca tem alguém cuidando.
Você tem alguém cuidando do seu plano, ou está sozinho nessa?
Uma conversa de quinze minutos costuma bastar para saber se há algo a fazer.